sexta-feira, 11 de setembro de 2009

SuperEuropeu-Sub-20: show da nova geração


Já, em Padova, local escolhido pela Hungria para o período de adaptação, a estrela Patricia Jancsó, nascida em 1990, aprimora a forma para a disputa do SuperEuropeu Sub-20, a partir de domingo, em Nápolis. A equipe húngara tem como objetivo a conquista do ouro, e uma boa participação pode confirmar a ascensão de Jancsó, vice-artilheira da Liga Húngara e destaque na campanha da prata na Universíade.

Por ser uma menina-perfeita feliz, Jancsó não tem àquela tensão, que costuma prejudicar às húngaras, que são muito pressionadas pelo conceito arcaico de atletas. Esta dificuldade em lidar com as musas fez com que Szucs ficasse de fora da Olimpíada de Pequim. A sua bela performance em Roma deixou claro que o tão venerado conhecimento da Hungria em relação ao esporte tem limitações. Drávucz passou por isso, e a lição não foi aprendida, mas os últimos resultados internacional parecem que abriram os olhos dos magiares.

Amiga dos brasileiros, Jancsó, que segue os padrões de perfeição das brasileiras (bela, talentosa e ousada), disse que mandará fotos e informações sobre o SuperEuropeu, que reunirá a elite das novas meninas-perfeitas com exceção das russas Ekaterina Pantyulina e Prokofieva. Para muitos especialistas, ela fez falta para a Seleção principal do seu país em Roma, mas, ao mesmo tempo, teve a oportunidade de jogar na Universíade. "Vamos para fazer o melhor em Nápolis. Temos que pensar etapa por etapa, mas o objetivo é o título", comentou Jancsó, que estréia contra Portugal.

Além da Hungria, vão brigar pelo título: Holanda, Itália, Espanha, Grécia e Rússia. Confira um pouco de cada seleção.

ITÁLIA: Atual campeã europeia no 1989, tem como ponto forte o conjunto, com algumas estrelas da equipe adulta como a canhota Giulia Emmolo e as atacantes Roberta Bianconi e Ariana Garibotti. Além disso, atuará em casa e todo mundo sabe da pressão da torcida italiana. A responsabilidade é granda ainda mais depois do fiasco da equipe adulta em Roma.

HUNGRIA: Individualmente, como sempre, reúne as melhores jogadoras com Jancsó, Antal Dóra, Kata Menczinger, Rita Keszthely e a goleira Anikó. A questão é saber se formará um conjunto e se atuará sem se sentir pressionada. Se isso acontecer, chegará com facilidade às semifinais, com pinta de favorita ao título.

ESPANHA: Tudo dependerá de Maica Garcia, que se já faz diferença no adulto, imaginem no 1989? Ela está muito a fim de conquistar uma medalha internacional na categoria de base, o que ainda falta na sua carreira. No ano passado, se contundiu nas primeiras rodadas e não pôde ajudar à Fúria. Para ajudar Maica, a goleira Laura Esther e Matilde Ortiz, todas do adulto.

HOLANDA: A dupla do Polar Bears e da equipe adulta, formada por Nienke Veermer e Nomi, assumirá a responsabilidade em Nápoles. As holandesas vem embaladas com a prata no Mundial Júnior, a base é formada pelo 1991. A experiência de Sabrina van der Sloot, que também esteve em Roma, também contribuirá muito.

RÙSSIA: Sem Pantyulina e Prokofieva, perde muito da sua força, mas contará com a força do 1991 campeã mundial, com a entrada de jogadoras experientes como a musa Tankeeva, destaque do Sthurn-2002, campeão da Liga Européia. As russas quando entram sem a obrigação de título são ainda mais perigosas.

GRÈCIA: Time de uma jogadora só, a versátil Christina Tsoukala (91), a Grécia terá que apostar no conjunto e naquela determinação peculiar. Roma demonstrou que no novo pólo aquático a disposição conta e muito.

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