
A três semanas da estréia na Série A-2 da Liga das Estrelas, o Gifa Palermo, da rainha Andrea Henriques, aprimora as partes técnica, física e tática para alcançar o objetivo de retornar para a elite italiana. O primeiro desafio será no dia 11 contra a Roma, fora de casa. O novo regulamento tornou literalmente cada partida uma decisão e o Superdomingo reservará emoções fortes para os súditos da bela e talentosa Dea Henriques, exemplo de menina-perfeita.
"É verdade, cada jogo será uma decisão. Agora os dois primeiros colocados avançam direto para as semifinais, e o 2º 3º se enfrentam nas quartas-de-final. Ou seja, é uma vaga a menos para os playoffs. Assim é importante vencer todos os jogos possíveis, independente do mando de piscina. Neste começo, a Série A-2 se torna uma loteria, porque não temos qualquer informação sobre os adversários. A Roma é totalmente desconhecida", disse Dea.
Para não iludir o torcedor, a rainha fez um balanço do atual momento do Gifa. "O objetivo é sempre melhorar, e a mudança de técnico fez bem ao Gifa. Não sei se a equipe estará em condições superiores as do ano passado, mas até que fizemos bons jogos neste último torneio de Palermo. A nossa referência é o Athlon, o rival da cidade, e, no mínimo, estamos no mesmo nível."
Ao contrário da Série A-1 em que se pode projetar uma final entre Orizzonte (Blanca Gil) e Fiorentina (Rita Drávucz), a A-2 tem como característica a imprevisibilidade. Na temporada passada, por exemplo, o Imperia, quarto do Norte, foi quem levou uma das duas vagas. "São dois campeonatos distintos, a primeira fase e os playoffs. Por isso, devemos jogar forte sempre, até para tentar ter o mando de piscina. Não se tem como apontar favoritos ao acesso."








