
O retorno da armadora Cris Beer foi a melhor notícia para as meninas-perfeitas no mês de aniversário dos 20 anos da Seleção Brasileira. Tudo começou em 26 de dezembro de 1988 na cidade de Alhambra (Estados Unidos). Ela protagonizou um dos momentos mais marcantes dessa trajetória: a vitória sobre os Estados Unidos no Pan-Americano de Winnipeg-99. Detalhe: com três gols, sendo dois de encoberta que desmoralizaram a goleira americana.
"Acho que essa vitória em Winnipeg é inesquecível. A nossa técnica (Sandy Nita) era americana e conhecia bem o adversário. Eu penso que o Brasil acreditava na vitória, mas claro que com o passar do jogo isso foi aumentando. Eu lembro que se tratava de uma goleira grandona, que devia ficar meio brava em levar gol de encoberta. Eu consegui fazer dois gols e isso deu moral para a nossa equipe", disse Cris Beer, que retornou oficialmente ao esporte no último SuperTroféu JH:
"Eu não parei totalmente. Continuei fazendo musculação e disputando campeonatos de tênis. Acho que atualmente o jogo está muito mais nadado e rápido. Na verdade, as meninas continuam sendo quase as mesmas de antes, como a Fernanda e Camila. Eu adorei essa volta e foi muito legal jogar com as meninas novas do CAP. Pena apenas a ausência de equipes do Rio. É importante ter dois campeonatos dentro de um: o dos times que disputam título e um outro que de briga por posições intermediárias. Fico feliz de saber que em 2009 existe a expectativa de oito a nove equipes."
Sobre a nova geração de meninas-perfeitas do CAP, ela comentou sobre duas jogadoras: a goleira Anna Carolina e a centro Olívia. "Eu não conhecia a Carol e, na minha opinião, ela foi a revelação do campeonato. Fez grande defesas e pegou bolas muito difíceis. A Lila é uma excelente menina, nova (1991), e que tem um belo futuro no esporte. Aos poucos, o CAP vai remontando a sua equipe e, quem sabe, no próximo ano não temos a Antonella ou/e a Roriz?"
Apesar de três times apenas no SuperJH, a qualidade surpreendeu e já chegou a hora do Brasil pensar em objetivos concretos: a vaga olímpica e terminar entre os oito primeiros, dando fim a era do aprendizado ou de contentar com medalha em pan-americano. Depois do sucesso das voltas de Claudia Graner e Mayla Siracusa, a armadora Crisinha fala de outra: Carol Vasconcellos, do Pinheiros. "A Carol é única. Uma marcadora incrível, que concilia a sua força com agilidade. E tem um chute muito bom, coloca a bola onde quiser. Com certeza, ainda ajudará e muito o Brasil."
E o torcedor imagina também a volta da própria Crisinha, assim como de Andrea, Amanda e Tess, que permitiriam a montagem de uma seleção ampla, com competitividade, e muitas opções, além de fortalecer o pólo aquático interno. Como o sonho é livre: por que não Cassie e Mariana Roriz?
"Acho que essa vitória em Winnipeg é inesquecível. A nossa técnica (Sandy Nita) era americana e conhecia bem o adversário. Eu penso que o Brasil acreditava na vitória, mas claro que com o passar do jogo isso foi aumentando. Eu lembro que se tratava de uma goleira grandona, que devia ficar meio brava em levar gol de encoberta. Eu consegui fazer dois gols e isso deu moral para a nossa equipe", disse Cris Beer, que retornou oficialmente ao esporte no último SuperTroféu JH:
"Eu não parei totalmente. Continuei fazendo musculação e disputando campeonatos de tênis. Acho que atualmente o jogo está muito mais nadado e rápido. Na verdade, as meninas continuam sendo quase as mesmas de antes, como a Fernanda e Camila. Eu adorei essa volta e foi muito legal jogar com as meninas novas do CAP. Pena apenas a ausência de equipes do Rio. É importante ter dois campeonatos dentro de um: o dos times que disputam título e um outro que de briga por posições intermediárias. Fico feliz de saber que em 2009 existe a expectativa de oito a nove equipes."
Sobre a nova geração de meninas-perfeitas do CAP, ela comentou sobre duas jogadoras: a goleira Anna Carolina e a centro Olívia. "Eu não conhecia a Carol e, na minha opinião, ela foi a revelação do campeonato. Fez grande defesas e pegou bolas muito difíceis. A Lila é uma excelente menina, nova (1991), e que tem um belo futuro no esporte. Aos poucos, o CAP vai remontando a sua equipe e, quem sabe, no próximo ano não temos a Antonella ou/e a Roriz?"
Apesar de três times apenas no SuperJH, a qualidade surpreendeu e já chegou a hora do Brasil pensar em objetivos concretos: a vaga olímpica e terminar entre os oito primeiros, dando fim a era do aprendizado ou de contentar com medalha em pan-americano. Depois do sucesso das voltas de Claudia Graner e Mayla Siracusa, a armadora Crisinha fala de outra: Carol Vasconcellos, do Pinheiros. "A Carol é única. Uma marcadora incrível, que concilia a sua força com agilidade. E tem um chute muito bom, coloca a bola onde quiser. Com certeza, ainda ajudará e muito o Brasil."
E o torcedor imagina também a volta da própria Crisinha, assim como de Andrea, Amanda e Tess, que permitiriam a montagem de uma seleção ampla, com competitividade, e muitas opções, além de fortalecer o pólo aquático interno. Como o sonho é livre: por que não Cassie e Mariana Roriz?
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