terça-feira, 30 de setembro de 2008

Não é que os Gunners venceram


Bem, realmente, foi só eu não assistir que os Gunners venceram.
Segue o texto das agências. Agora é rumo ao Mundial!!!

Contando com uma atuação inspirada da sua dupla de atacantes, o Arsenal venceu o Porto por 4 a 0 no Emirates Stadium nesta terça, pela segunda rodada do grupo G da Liga dos Campeões.
Os donos da casa abriram o placar aos 31 minutos do primeiro tempo, após o togolês Emmanuel Adebayor deixar Robin van Persie na cara do gol. O holandês finalizou com categoria e fez 1 a 0.
Aos 40, van Persie cobrou escanteio e Adebayor cabeceou para o fundo do gol de Hélton.
Na volta do intervalo, o Porto nem teve tempo de reagir, pois o Arsenal ampliou aos três minutos. O jovem meia-atacante inglês Theo Walcott cruzou para van Persie, que marcou seu segundo na noite.
Apesar da pressão da equipe portuguesa, os comandados de Arsene Wenger ainda conseguiram marcar mais uma vez. Aos 25, Guarín cometeu pênalti no atacante dinamarquês Nickas Bendtner. Adebayor cobrou bem e fez o quarto do Arsenal.
Com o resultado, o time inglês se recupera do empate com o Dínamo de Kiev na estréia, enquanto o Porto chegou à sua primeira derrota na competição.
Na próxima rodada, o Arsenal irá enfrentar o Fenerbahçe na Turquia. Por sua vez, o Porto receberá o Dínamo no Estádio do Dragão.

Atravessando 1995


O trabalho andou num bom ritmo, apesar de eu ter ficado quase 10 sem internet por uma obra de manutencao no meu prédio. Por um lado foi ótimo porque pude descansar algumas horas, o que é importante por ser dia de folga no jornal. Às vezes, me sinto viciado em internet, mas faço ha alguns dias exercícios para diminuir a dependência, aumentando os intervalos entre as minhas entradas no computador. Finalizei o ano de 1994 e dois terços do de 1995. Como ja havia postado antes, num amistoso em Ford Lauderdale, o Brasil perdeu de 11 a 9 para a Hungria, que viria a ser campeã mundial. E em Roma-94 foi 7 a 3 para as magiares na melhor atuação do Brasil naquela competição em termos defensivos. Amanhã, pretendo finalizar 95, que tem como atração um torneio importantes antes do Mundial Junior. O que se repetiu em 97 e 99.É o que as meninas-perfeitas chamam de Pré-Mundial. Sobre o outro projeto, recebi hoje o e-mail da alemã artilheira em Perth-91. Vou fazer o contato. Tudo graças a Monika Kruszona, que é uma brasileira por perfeição: bela, talentosa, meiga e atenciosa. Pena que costuma sempre fazer gols nas suas compatriotas. Paciência, ela está defendendo o dela.

Vamos atrás


Bem, antes de escrever, consultei os e-mails e recebi informações sobre o III Torneio Internacional de São Paulo, em 1994. Foram dois clubes do fora o Vasas (Hungria) e Vis Nova, da Itália. Essas duas equipes muito fortes na época, mas que anos depois deixaram de investir na modalidade. O Vasas era dirigido por Gyulia Toth, que no último ano comando o Szentes e que por quase 11 anos liderou a Seleção húngara. Mas voltamos ao Brasil. Hoje, é dia de escrever sobre o Sul-Americano de 1994. A novidade foi que pela primeira vez a Seleção deixava de ser representada em sua força máxima, porque três atletas atuavam no exterior: Alexandra, Antonella e Cristiana. O que viria a ser algo comum em seguida. A data março sempre bate com o andamento dos jogos na Europa. Hoje, terei um tempo livre maior para me dedicar aos 20 anos das meninas-perfeitas. À tarde, vou acompanhar o jogos dos Gunners contra o Porto pela Liga dos Campeões. Vamos ver se o time se reabilita após a derrota do último sábado. Sabe que eu tentei participar do Cartola da Liga dos Campeões, mas fiquei confuso com as regras.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Agora é 1994


Eu superei as expectativas e encerrei os anos de 1992 e 1993. Amanhã, pretendo explorar o rico ano de 1994 com um intercâmbio em Ford Lauderdale, Torneio Internacional da Holanda, Sul-Americano Adulto, Mundial de Roma, Pan-Americano Junior e um Torneio Internacional de São Paulo (que não tenho muitos dados). Sobre 1994, sei que existe uma reportagem da Folha S. Paulo com Camila Pedrosa, com direito a um ping-pong. Pela primeira, desde o início do ano, se programou duas seleções juniores. Uma coisa interessante levantada preliminarmente é que em tres confrontos com a Hungria, entre 1993-94, foram três derrotas. Mas com uma diferença máxima de cinco gols. Será que isso se repetiria hoje? Não sei. E por falar nas meninas-perfeitas magiares fiz contato hoje com a federação húngara e solicitei os e-mails dos técnicos Tomas Farago e Guilia Toth. São referencias para a história do Mundial, que começa apenas uma edição antes da estréia do Brasil em 1986. Aliás, com muita certeza, pode-se afirmar que o Brasil é uma das seis equipes mais presentes na competição, superando de longe China, Grécia, Itália e até a Rússia.

Pensando no global


Voltar a acordar cedo e ir direto para a tela do computador não é tão fácil como antes. Mas é muito importante elaborar essa parte estrutural do texto para depois ter tempo de conseguir acertar as pendências. Agora, entrarei na segunda metade do ano de 1992 e, talvez, avance até 1993, com o qualificatório da Copa Fina e o segundo Pan-Adulto. Ontem, troquei e-mails com a alemã Monika Kruszona e senti haver interesse na elaboração do livro dos Mundiais. Ela me disse que Birgit Kempen, artilheira do Mundial de Perth-1991, é uma das treinadoras da seleção nacional júnior, e que tentaria obter o seu e-mail para me repassar. Essas pioneiras internacionais podem contar muita coisa e auxiliar na elaboração de uma história geral. Eu sempre considerei uma falha do trabalho isolar as meninas-perfeitas como se elas fossem autônomas. Não existe isso, elas fazem parte do contexto e influenciam ou sofrem influencia do que se passa em outras equipes.

domingo, 28 de setembro de 2008

Empolgado com 1992




O sol já se foi, assim como o trabalho se encerrou por hoje. Entrei no vitorioso ano de 1992. As meninas-perfeitas conquistaram quatro medalhas de ouro de cinco possíveis. Fiz algo importante e básico: antes de iniciar o texto, separei todo o material relativo ao ano de 1992 (artigos de jornais, de revistas, depoimentos e resultados) e organizei cronologicamente as competições (seguem abaixo). Foi bem interessante e acho que o texto transcorreu normalmente até porque o do Pan-1992, de onde recomeçarei amanhã está pronto em razão da revista. Agora, vou passar à noite conferindo o desempenho das minhas equipes no cartola. Bem, em 1992, foram quatro viagens internacionais, três a mais do que a combinação de 2007-08 (Mundial da Austrália e Mundial de Porto) e de 2008 (Pre-Olimpico). E não havia Lei Piva, bolsa-atleta... Justiça seja feita, em 2007, houve um período de intercâmbio nos Estados Unidos. Mas só treinos.
As seleções de 1992
- Sul-Americano Adulto de Medelim (4 a 11 de abril) Colômbia
- Troféu Len (29 a 31 de maio) Portugal
- Pan-Americano (12 a 18 de junho) Porto Rico
- Torneio do Canadá (20 a 28 de junho) Canadá
- Torneio de São Paulo (28 a 30 de novembro) Brasil

Na labuta agora com sol


Literalmente depois da tempestade vem a bonança. Ontem, uma chuva fabulosa, hoje um dia que começa limpo e com sol. Então, tudo indica que terei o ambiente ideal para dar mais um passo no trabalho e seguir no longo ano de 1991. Esta noite pensei muito na viabilidade da história dos Mundiais, que poderia ser entregue nas vésperas da edição de Roma. A questão é esperar baixar um pouco o desanimo entre as húngaras porque, assim como as holandesas, elas são fundamentais para o sucesso desta empreitada. Seria uma forma ideal de elaborar mais a idade das brasileiras por perfeição. Bem, ontem, os Gunners perderam em casa para o desconhecido Hull. Coisas do esporte. Não posso me sentir culpado e no futebol, ao contrário do pólo, os jogos e competições se sucedem. Já vem a Liga dos Campeões. Porém fica um pedido especial: Volta Henry!!!

sábado, 27 de setembro de 2008

Fechado até primeiro semestre 1991


Encerrei hoje o período entre 1988 e o primeiro semestre de 1991. Acredito que a boa nova é a inclusão do Torneio Internacional de Portugal no qual as meninas-perfeitas terminaram com a medalha de bronze. O que destaco é que foi uma equipe mesclada entre as ´veteranas´e novatas, que anos depois seriam as principais como Raquel Chiappini, Dani Raddi, Mariana Delboni e Mariangela Corrêa. Sem ser intencional enfatizou-se a importância da chamada seleção B ou seleção de novos. Outra conclusao interessante entre 1991-92 o Brasil participou de 10 eventos internacionais, incluindo adultos e juniores, contra seis de 2007-08. E olha que antes não havia a Lei Piva. Mas também o esporte não era tão profissional na Europa, o que, sem dúvida, afetou o calendário geral.

Já em ação


Vou iniciar nessa bela manhã de sábado o segundo dia de trabalho da tentativa de concluir a síntese dos 20 anos das meninas-perfeitas. Veio a idéia de disponibilizar também os verbetes das atletas, ou seja ampliar quem seguiu no esporte desde 2005 e criar novos com as que vestiram o glorioso maiô verde-amarelo neste período. Algo que me intriga é como inseri-las no contexto internacional. Às vezes, parece que são autônomas, mas com certeza devem se influenciar com o contato com os outros países. Ou não? E até que ponto? Interessante, também é servirem de modelo para outras atletas do exterior, que são consideradas brasileiras por perfeição por serem belas e talentosas. Mas chega de viagem é hora de trabalhar. Às 13h, eu tenho um compromisso inadiável: mais um jogo dos Gunners, desta vez contra o Hull (que time é esse?) Sobre os times do cartola, me recuso a escalar jogadores do Vasco.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Primeiro Passo dado


Depois de mais ou menos três horas de trabalho, conclui o período 1988-1990 do livro das meninas-perfeitas. Basicamente foi uma arrumação dos artigos que sairam na revista, mas com um depoimento enriquecedor: de ninguém menos do que Alexandra Araújo. Agora, partirei para o ano de 1991, um dos mais movimentados, com participações em torneios internacionais da LEN (cujo troféu guardado pela campeã Espanha eu vi em Málaga), Mundial Junior, Copa Fina e Mundial Adulto, além do Torneio Internacional de São Paulo. Dizem que o mais difícil é começar pelo começo. E acho que consegui isso.
Tenho aproximadamente 45 dias para encerrar o texto e formatá-lo para entregar as atletas no João Havelange. Tudo está sendo feito para baixar os custos. O mesmo projeto será executado nos 15 anos da seleção argentina (1994-2009) e um sobre os Mundiais, que pretendo entregar pronto até Roma-2009. Sim, queria escrever sobre as seleções da Espanha e da Hungria. Basicamente em cima de dados e não de depoimentos. Vamos ver quem sabe não surge uma síntese global da modalidade. O mais difícil é engrenar, depois que voltar o pique tudo pode acontecer.

Começou o trabalho


Depois de quatro anos, não sei se terei tempo e disposição para finalizar um ensaio do livro dos 20 anos das meninas-perfeitas. O bom é que os primeiros capítulos se encontram prontos em razão da revista que publiquei no último ano. Vou armazenar tudo e disponibilizar em cd´s e quem quiser poderá imprimir o arquivo. Estou selecionando fotos de todos os anos e me encontro com o problema: existe um vácuo de 1996. Tenho que preencher. Seria bom realizar novas entrevistas, levantar informações e tentar acrescentar novos dados. Na realidade, é uma história que se escreve a cada dia, a cada façanha das meninas-perfeitas. E, ao mesmo tempo, o sucesso delas dificulta porque caíamos naquela coisa da lenda, dos mitos. Mas tudo bem. Acordei cedo hoje e iniciei o trabalho, em primeiro lugar organizando as fontes de consultas. Muitas produzidas por mim. Agora, tenho que dividir o tempo livre (fora do jornal) com este trabalho, a montagem das minhas três equipes do cartola (não ando muito bem). E só paro para assistir ao jogo dos Gunners, minha maior alegria neste semestre. Hora de trabalhar!!!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Periodização?


Fazer uma narração descritiva e cronológica da trajetória das meninas-perfeitas. Dividir o texto em períodos para facilitar a compreensão, tendo o cuidado de se evitar informações redundantes, selecionando as falas das personagens. Parte deste trabalho já foi feita e pode ser compactada para uma versão impressa e ampliada para a eletrônica. Vejo como boa estratégia didática a periodização em três blocos:

1988-1993 (Era da Consolidação)
Sub-dividida em
Debutes-1988-91 (Alhambra-88, Copa Uana-90, Mundial-91)
- Não havia ainda uma fonte de financiamento
1992-93: (Copa Fina-91, Mundial Júnior-91, Taças Len-91-92, Quebec-92, Pan Adulto-92-93 e Pré-Copa Fina-93)
- Captação de patrocínios e entrada dos Correios

1994-2001 (Era da Ascensão)
Subdividida em
Valorização-1994-98 (os Mundiais-94-98 e a transferência para o exterior de atletas)
-O desenvolvimento continental (abrangendo os Sul-Americanos, inclusive de 92, Adultos e Juniores)
Renovação- 1994-98 (os Juniores como fonte de novas jogadoras).
Ápice-1999-2001 (O Pan-Winnipeg-99, o Mundial Junior-99 e o fim de uma geração Fukuoka-01)

2002-2008 (Era de Maturação)
As mudanças com a efetivação de um ciclo Olímpico. Ai se volta à batalha pelo sonho em Emmen-96.
2002-2004 (Holiday Cup-2002, Pan-2003, Mundial-2003 e Pré-Olimpico-2004) - O I Ciclo Real e a questão da profissionalização da modalidade.
2005-08- O II Ciclo Real (Pan-2007, Mundiais-2005-07, Liga Mundiais-05-06 e Pré-Olímpico-2004) e o aumento de intercâmbio de atletas no exterior, Liga Mundial, estreitamento entre os Mundiais, e o desenvolvimento da estrutura interna

É preciso saber se a questão de clubes merece um anexo ou deve acompanhar o desenvolvimento cronológico. Pelo jeito, vem muito trabalho, nos próximos posts tenho que levantar outros aspectos.


Documento original


Para se determinar um início de um processo é necessário um documento oficial ou o testemunho de pessoas de credibilidade e ascendência na comunidade. Graças ao professor Paulo Olaia tive acesso ao cartaz de apresentação do Torneio de Alhambra-1988, que oficializa a entrada das meninas-perfeitas no cenário internacional. Além deste documento original, recebi de Letícia Furtado uma carta do então presidente da Confederação Brasileira de Natação, o mesmo Coaracy Nunes, em que autoriza a equipe a utilizar o nome de Brasil. Por isso, o dia 26 de dezembro de 1988 pode ser considerado uma data oficial. Já em torneios oficializados pela Federação Internacional de Natação (FINA), a marca é a Copa Uana de 1990, no Rio de Janeiro.

Elaboração de verbetes


Este blog terá a finalidade de armazenar e ajudar na preparação dos verbetes das meninas-perfeitas, que defenderam a Seleção Brasileira de pólo aquático entre 1988 e 2008. Em relação ao primeiro trabalho publicado, vão ser acrescentados dados e criados novos homenageando quem representou o país no período 2005-2008. Ao final de tudo, o conjunto será disponibilizado primeiro numa versão eletrônica, depois numa impressa.