
Eu superei as expectativas e encerrei os anos de 1992 e 1993. Amanhã, pretendo explorar o rico ano de 1994 com um intercâmbio em Ford Lauderdale, Torneio Internacional da Holanda, Sul-Americano Adulto, Mundial de Roma, Pan-Americano Junior e um Torneio Internacional de São Paulo (que não tenho muitos dados). Sobre 1994, sei que existe uma reportagem da Folha S. Paulo com Camila Pedrosa, com direito a um ping-pong. Pela primeira, desde o início do ano, se programou duas seleções juniores. Uma coisa interessante levantada preliminarmente é que em tres confrontos com a Hungria, entre 1993-94, foram três derrotas. Mas com uma diferença máxima de cinco gols. Será que isso se repetiria hoje? Não sei. E por falar nas meninas-perfeitas magiares fiz contato hoje com a federação húngara e solicitei os e-mails dos técnicos Tomas Farago e Guilia Toth. São referencias para a história do Mundial, que começa apenas uma edição antes da estréia do Brasil em 1986. Aliás, com muita certeza, pode-se afirmar que o Brasil é uma das seis equipes mais presentes na competição, superando de longe China, Grécia, Itália e até a Rússia.
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