quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Aumenta a invasão americana: Belden e Windes

Matéria também no pólo aquático

Depois da perda do ouro olímpico, os Estados Unidos chegaram a uma conclusão: seleção permanente sim, mas só em período de competições. Assim, a comissão técnica passou a incentivar a ida de suas jogadoras para o exterior e esta nova fase se simboliza em Kelly Rulon, desprezada em 2008, e agora consagrada com gols decisivos nas vitoriosas campanhas da Liga Mundial e Mundial de Roma, ambos em 2009. A lista de ´estrangeiras´ aumentou com a confirmanção da canhota Anne Belden (Bogliasco, foto) e de Elsise Windes (Bologna) na Liga Italiana, a Liga das Estrelas.

Além das duas, estarão em ação em piscinas italianas Lauren Wenger (Orizzonte) e Kelly Rulon (Roma), com Moriah Van Norman, Heather Petri e Kamery Craig na Grécia, algo que não era possível no período de concentração total em Los Alamitos. A brasileira Marina Canetti, que atuou em Long Beach, já enfrentou Belden, da Ucla. "Ela é uma canhota, que deve ter evoluído nos últimos anos. Quando eu a conheci era reserva da Domanic, mas sabia jogar."
Atuando ao lado das estrelas internacionais, as jogadoras dos Estados Unidos pegam confiança, ritmo de jogo e àquela ousadia que só as meninas-perfeitas têm, como Drávucz, Blanca Gil, Pelle, Patricia, Camila, Dea, Iefke e a algoz Danielle de Brujin. As americanas dividem com as húngaras o título de mais valorizadas no cenário internacional. Só na Itália as húngaras serão cincoo: Barbara Bujka (Atlhon), Mercedes Stieber (Imperia), Anett Gyore (Rapallo), Aniko Pelle (Ortigia) e Rita Drávucz (Fiorentina). Na Grécia, atuarão Esther Tomaskovics e Ágnes Valkai (Olympiakos) e Alexandra Kiss nos Estados Unidos (Ucla).

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